Este artigo explicita algumas posturas práticas para qualificação da docência conscienciológica, tanto na preparação da aula quando na aula em si, visando maximizar a assistência tarística, o principal objetivo da aula de Conscienciologia. As posturas se correlacionam com as etapas do ciclo parapedagógico e executadas em conjunto auxiliam na ampliação da autosegurança e tranquilidade do docente, estado emocional fundamental para maior conexão com os amparadores extrafísicos de função.
Parapedagogia Tiago Oliveira Corrêa ANO 8, NÚMERO 8, OUTUBRO DE 2018 (2018)
A troca de conhecimento em sala de aula é uma forma de dar continuidade na obtenção de novas informações. Os recursos parapedagógicos são meios multidimensio nais que servem para alcançar um determinado objetivo antes, durante e depois da aula ministrada. A parapedagogia aborda o processo pedagógico de forma integral, ho lossomática, multidimensional e multiexistencial. A erudição é o ato da consciência obter conhecimento, cultura variada, instrução, adquirido através da leitura e da vivência. O parapsiquismo é de grande relevância para a consciência saber atuar do modo certo e na hora certa. A erudição associada ao parapsiquismo auxilia na interassistencialidade lúcida e cosmoética, pois através do conhecimento especializado em determinado assunto pode haver esclarecimento do público intrafísico e extrafísico no momento certo. Este artigo tem por objetivo apresentar recursos parapedagógicos estudados e aplicados pela autora, auxiliando assim os professores de Conscienciologia interessados em qualificar seus estudos e desenvolver a erudição parapsíquica.
Parapedagogia Lucimara Ribas Frederico ANO 7, NÚMERO 7, OUTUBRO DE 2017 (2017)
Este artigo apresenta reflexões sobre a pensenidade e a opção pelo autodesassédio através de relatos pessoais transformados no decorrer do Curso para Formação de Professores de Conscienciologia (CFPC), da Reaprendentia, focado na auto-observação e autoexposição cosmoética da autora, objetivando compartilhar resultados e benefícios de uma pensenidade hígida e autodesassediada na condição de docente. Foram apresentadas sugestões profiláticas que podem contribuir com as consciências no processo evolutivo do professor. A autopesquisa favoreceu a qualificação da pensenidade, de forma a eliminar padrões pensênicos patológicos e promoveu o autodesassédio modificando a atmosfera convivencial, afastando assediadores e facilitando a assistência interconsciencial na vida docente de forma mais exemplarista.
Parapedagogia Simone Battistella Zanella ANO 7, NÚMERO 7, OUTUBRO DE 2017 (2017)